Voltar a dançar aos 50+: forró, bailes antigos, e o valor social do palco
Na pista, aos 58 anos, os nossos corpos esquecem parte da timidez que os anos acumularam. É uma coisa pequena. É uma coisa enorme.
Therapy speak nas mensagens: quando ajuda, quando é red flag
Em 2026 todos falam em "capacidade", "limites", "vínculo inseguro". Às vezes é maturidade real. Às vezes é jargão usado para escapar a conversas duras.
Vida nômade entre SP e Lisboa: o custo emocional de namorar em dois fusos
Confesso que subestimei o quanto cansa. Não são os voos. São as pequenas descoordenações diárias, acumulando-se como pequenas dívidas que depois se pagam todas juntas.
Festivais de música como terreno de flerte: NOS Alive, Lollapalooza, e o resto
Festivais são a versão acelerada da cena de encontros: decisões em segundos, sol implacável, contexto irrepetível. Aqui está o manual sem filtros.
Cerâmica, vela, dança: retomar um hobby como espaço de encontro
A oficina de cerâmica, o barco à vela, a aula de dança. Aos 50+, as pessoas certas raramente aparecem nos sítios onde só se quer encontrá-las.
Petisco-lanche em Lisboa como segundo encontro budget
Um segundo encontro não precisa de custar quarenta euros. Em Lisboa há uma geografia específica de petisco-lanche que deixa lá a tua carteira viva e a cena interessante.
Férias sozinha depois do divórcio: Madeira em fevereiro
Fevereiro, Madeira, sete dias. A ideia de viajar sozinha aos 57 parece atrevida — até se fazer as malas.
Jantar com os amigos dele no primeiro mês: os sinais a ler
Quando te apresentam aos amigos cedo, não é só gentileza. É um teste. E tu também estás a testar, goste ou não.